Chamada: Criado em 1995, o grupo Biochip se reúne toda quinta na puc-rio. A iniciativa, idealizada pela professora da PUC-rio, Ana Branco, busca uma revitalização da relação do homem com a natureza.
Como você gosta da carne, no ponto ou mal passada? E a salada, você prefere temperar com azeite ou vinagre? E comida viva, você já experimentou? Todas as quintas–feiras, das 11 da manhã às duas da tarde, no campus da PUC-rio, estudantes do curso “convivência com o Biochip”, do departamento de artes e design, se reunem e misturam a comida viva com arte. Calma lá, não pense que sua comida vai se mexer, ou que ela seja um animal vivo. Essa dieta é vegetariana e chama-se Biochip.
Depois de realizar diversas pesquisas, a idealizadora do projeto, professora ana branco, concluiu que as sementes são como um chip. Se aquecidas, elas perdem as informações que carregam e que alimentam nosso corpo.
Sonora: Tudo que está vivo na terra tem silício dentro de molécula de água e dentro do chip de computador, para você armazenar informações, o chip, a menor embalagem, também tem silício dentro de molécula de água. Se você come tudo em natura, você tem chance de ter essa comunicação com tudo que está vivo na terra, por isso o nome Biochip.
Todas as sementes utilizadas no Biochip precisam ser germinadas antes de serem utilizadas na hora de preparar o prato. Quando uma semente está quase brotando, ela se enche de energia e fica ainda mais nutritiva.
Raízes, legumes e folhas também entram nas receitas. E juntas fazem tortas, doces, pizzas e até massinhas de modelar comestíveis. Mas, o mais conhecido é o suco de luz do sol. O suco leva esse nome porque para seu preparo, Ana Branco retira a energia vital das folhas, que é derivada da relação que a planta tem com o sol e com a terra.
Sonora: O suco da luz do sol, a gente extrai a luz do sol que existe nas folhas, porque, não sei se você já viu fazer, o suco não leva um pingo d’água. Todo aquele liquido é extraído de dentro das folhas, das sementes, das hortaliças, dos legumes, das raízes. A luz do sol se propaga de duas maneiras: ou sob forma de onda, ou sob forma de partículas. O que a gente bebe são partículas luminosas.
O projeto é bem diferente, mas a feirinha, que é aberta para todo mundo, tem chamado bastante atenção. Crianças de escola pública, e moradores do bairro, frequentemente visitam as 15 tendas e provam gratuitamente as receitas desenvolvidas pelos voluntários do grupo e pela própria Ana.
A comida feita pelo grupo Biochip é servida sobre um azulejo, e sempre em formas de desenhos. Quem se interessou é só aparecer, quinta-feira no campus gávea da PUC-rio. O projeto é gratuito e divertido.
Essa é a feirinha da PUC? Sempre vou aí
ResponderExcluirEEEEEEEEW... odeio essas comidas! #cademeubacon?
ResponderExcluirAdorei
ResponderExcluir